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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Carta aos Jornais
21 de Julho de 2010
Exmos. Srs.
Os meus respeitosos cumprimentos.
Sou sócio do Clube Desportivo e Recreativo do Arneiro de Fora e, como sócio gostaria de demonstrar publicamente a minha completa decepção para com a actual Direcção.
O Rancho Etnográfico do Arneiro de Fora, que recentemente teve a sua primeira deslocação ao estrangeiro e que deveria ser um motivo de orgulho para todos nós é, neste momento, um incómodo para a actual Direcção do Clube Desportivo e Recreativo do Arneiro de Fora. Como é que um Rancho, que tão bem tem representado a nossa Região, a ponto de ser elogiado por membros da Federação como o que mais fielmente representa as nossas danças e trajes, apesar de não ser federado, está neste momento a causar tantos problemas à actual Direcção.
Aquando da deslocação ao Luxemburgo, foi dito ao Rancho que não se podia efectuar este serviço pois a Colectividade não disponha de verba para o suportar. Acontece que a Direcção anterior deixou cerca de 11 mil euros à actual direcção, se esta gastou à volta de 6 mil euros para pagar o autocarro ainda ficou com 5 mil, gostaria por isso que os senhores tivessem a amabilidade de entrevistar o Senhor Presidente do Clube e esclarecessem esta situação, gostaria ainda que solicitassem o Relatório de Contas do ano anterior (2009) e verificassem se o Rancho deu lucro ou prejuízo. Em relação à viagem ao Luxemburgo, a única despesa a cargo da Colectividade foi mesmo a deslocação (julgo eu) pois quanto ao alojamento, dos elementos do Rancho, e à sua alimentação foram umas almas caridosas que o proporcionaram, para as quais deverá ter havido uma palavra de apreço, um agradecimento (espero bem que o Senhor Presidente de Direcção tenha tido a amabilidade de o fazer).
Esta minha carta vem no sentido do Rancho ter mais um serviço no dia 31/07/2010, em Alter do Chão, e o Senhor Presidente voltou a dizer que não era possível realizá-lo porque, mais uma vez, não tinha verba. A função de uma Colectividade com uma actividade não é a de tentar arranjar o maior número de serviços possível e ter orgulho na actividade efectuada, quando é bem realizada? Como é que é possível o Senhor Presidente que, quando apresentou a sua lista à presidência da Colectividade ter dito que, e passo a citar “não estou aqui para cortar a pernas a ninguém” e agora não tem feito outra coisa senão arranjar problemas ao Rancho.
Será que existiram mais serviços pedidos por outros Ranchos ou Associações para os quais nem sequer se tem conhecimento?
Será que chegaram a responder a esses pedidos?
Que mal fez ou faz o Rancho a ponto de haver membros na Direcção que ameaçaram o Presidente que se o Rancho fosse ao Luxemburgo eles deixavam a Direcção? E porque ainda não o fizeram?
Que pessoas são estas que não têm orgulho na Terra, naquilo que se faz numa terra tão pequena que por vezes faz ver a muitas com mais habitantes?
Que idoneidade, que cultura têm estas pessoas que não têm orgulho nas suas raízes?
É de lamentar que uns façam tanto pela Terra e estejam sempre a ser acusados.
É triste ver uma Direcção a tentar acabar com uma coisa que tanto trabalho deu a várias pessoas que se dedicaram e dedicam de alma a coração ao Rancho e que estão sempre prontos a ajudar.
Agradeço, desde já, que tenham a gentileza de publicar a minha carta e que confirmem estes dados junto dos membros da Direcção e dos membros do Rancho.
Reiterando os meus cumprimentos,
Atentamente
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